A JCP Logística anunciou um salto significativo em sua produtividade operacional após modernizar sua gestão de frota e cargas. Com a implementação de tecnologias de roteirização e gestão de entregas da MáximaTech, a transportadora conseguiu reduzir em 60% o tempo dedicado à montagem de carga.
Antes da digitalização, a empresa enfrentava um cenário comum a muitas transportadoras brasileiras: utilizava um sistema legado que não atendia plenamente às demandas da operação. Isso forçava a equipe a realizar a construção de rotas e o tracking de entregas de forma manual.
Segundo a companhia, essa falta de integração gerava lentidão, aumentava o risco de erros humanos no despacho e tornava a operação refém de controles individuais descentralizados.
De 30 para 10 Minutos: O Impacto na Produtividade
A virada de chave ocorreu com a adoção das soluções maxMotorista e maxRoteirizador. O impacto no “chão de logística” foi imediato: o processo de montagem das entregas, que anteriormente consumia até 30 minutos da equipe, passou a ser finalizado em menos de dez minutos.
Além da velocidade, a tecnologia resolveu o problema da “caixa preta” nas entregas. Com o acompanhamento em tempo real, a torre de controle da JCP eliminou a necessidade de telefonemas constantes para saber a localização dos veículos.
“Agora acompanhamos todas as entregas e ações em tempo real pelo sistema, ou seja, não precisamos mais entrar em contato com o motorista para saber o que está acontecendo”, destaca Marcos Vinicius dos Santos, responsável pela área de transporte da JCP Logística.
Visibilidade e Precisão na Última Milha
Para Thiago Melo, CPO da MáximaTech, o case da JCP reflete uma demanda crescente do setor por precisão. Em um mercado onde a margem é estreita, a capacidade de visualizar o status do pedido sem atrito de comunicação é um diferencial competitivo.
“A logística exige atenção total aos detalhes para que a operação ganhe eficiência. Por isso, organização e transparência são pilares de sucesso”, explica o executivo.
A modernização permitiu que a JCP Logística migrasse de uma gestão reativa (apagando incêndios) para uma gestão ativa, baseada em dados reais de rota e performance.

