A logística, que já foi vista como uma operação puramente manual, está passando por uma revolução tecnológica. E o palco dessa mudança no Brasil foi a Intra-Log Expo South America 2025, onde a empresa brasileira Invent, especializada em automação para movimentação de materiais, apresentou o futuro da indústria: empilhadeiras autônomas e robôs.
A participação da Invent no evento não foi apenas um lançamento de produtos, mas uma demonstração do novo patamar de eficiência que a intralogística nacional está alcançando. No seu estande, a empresa exibiu sua linha Robotics, destacando uma empilhadeira autônoma e dois Robôs Móveis Autônomos (AMRs) em operação. Esses equipamentos representam a ponta da lança da automação, com capacidade de navegar de forma inteligente pelos armazéns, transportar cargas e otimizar rotas sem a necessidade de um operador humano.
O Contexto de um Mercado em Expansão
A aposta em automação não é um acaso. O mercado de intralogística no Brasil cresce em média 15% ao ano, uma prova de que as empresas estão buscando soluções para atender às exigências de um mercado cada vez mais competitivo, impulsionado pelo e-commerce e pela necessidade de precisão na cadeia de suprimentos.
O cenário global reforça essa tendência, com projeções que indicam que o mercado de automação logística deve alcançar impressionantes US$ 120,63 bilhões até 2029. A Invent, fundada em 2014, se posiciona nesse cenário como uma fornecedora-chave, atuando em segmentos que vão do setor farmacêutico e de cosméticos ao alimentício e e-commerce, onde a velocidade e a precisão das operações são críticas.
O Evento como Ponto de Encontro da Inovação
A Intra-Log Expo, que reuniu fornecedores de sistemas de gestão de armazéns e softwares, serviu como um termômetro para as tendências do setor. Para a Invent, a feira foi uma oportunidade estratégica para consolidar sua presença e ampliar as parcerias com grandes empresas, mostrando na prática o potencial de suas soluções para um público especializado. A exibição de equipamentos como a empilhadeira autônoma e os AMRs não só gera negócios, mas também impulsiona o debate sobre como a tecnologia pode transformar radicalmente as operações de armazenagem e distribuição no país.

